Renascendo em novo corpo carnal, remontará o suicida à programação de trabalhos e prélios diversos aos quais imaginou erradamente poder escapar pelos atalhos do suicídio; experimentará novamente tarefas, provações semelhantes ou absolutamente idênticas às que pretendera arredar; passará inevitavelmente pela tentação do mesmo suicídio, porque ele mesmo se colocou nessa difícil circunstância carreando para a reencarnação expiatória as amargas consequências do passado delituoso! A tal tentação porém, poderá resistir, visto que na Espiritualidade foi devidamente esclarecido, preparado para essa resistência. Se contudo vier a falir por uma segunda vez _ o que será improvável _ , multiplicar-se-á sua responsabilidade, multiplicando-se, por isso mesmo, desastrosamente, as séries de sofrimento e pelejas reabilitadoras, visto que é imortal!
Memórias de um Suicida
Há vida depois da vida.... A morte não é fim....é um novo começo....
quarta-feira, 17 de abril de 2013
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Memórias de um suicida cap v
O suicida é como que um clandestino da Espiritualidade. As leis que regulam a harmonia do mundo invisível são contrariadas com sua presença em seus páramos antes da época determinada e legal; e tolerados são e amparados e convenientemente encaminhados porque a excelência das mesmas, derramada do seio amoroso do Pai altíssimo, estabeleceu que a todos os pecadores sejam incessantemente renovadas as oportunidades de corrigenda e reabilitação!
Memórias de um Suicida - Cap V
Sucumbindo ao suicídio o homem rejeita e destrói ensejo sagrado, facultado por lei, para a conquista de situações honrosas e dignificantes para a própria consciência, pois os sofrimentos, quando heroicamente suportados, dominados pela vontade soberana de vencer, são como esponja mágica a expungir da consciência culposa a caligem infamante, muitas vezes, de um passado criminoso, em anteriores etapas terrenas. Mas, se, em vez do heroísmo salvador, preferir o homem a fuga às labutas promissoras, valendo-se de um auto atentado que bem revelará a vasa de inferioridade que lhe infelicita o caráter , retardará o momento almejado para a satisfação dos mais caros desejos, visto que jamais se poderá destruir porque a fonte de sua Vida reside em seu Espírito e este é indestrutível e eterno como o Fogo Sagrado de que descendeu
Memórias de um Suicida - Cap. V
Na espiritualidade raramente o suicida permanecerá durante muito tempo. Descerá à reencarnação prestamente, tal seja o acervo das danosas consequências acarretadas; ou adiará o cumprimento daquela inalienável necessidade caso as circunstâncias atenuantes forneçam capacidade para o ingresso em cursos de aprendizado edificante, que facilitarão as pelejas futuras a prol de sua mesma reabilitação.
O Espírito de um suicida voltará a novo corpo terreno em condições muito penosas de sofrimento, agravadas pelas resultantes do grande desequilíbrio que o desesperado gesto provocou no seu corpo astral, isto é, no perispírito.
A volta de um suicida a um novo corpo carnal é a lei. É lei inevitável, irrevogável! É expiação irremediável à qual terá de se submeter voluntariamente ou não, porque a seu próprio benefício outro recurso não haverá senão a repetição do programa terreno que deixou de executar.
terça-feira, 26 de março de 2013
O Suicida...(Memórias de um suicida - cap V)
O suicida é um Espírito criminoso, falido nos compromissos que tinha para com as Leis sábias, justas e imutáveis estabelecidas pelo Criador, e que se vê obrigado a repetir a experiência na Terra, tomando corpo novo, uma vez que destruiu aquele que a Lei lhe confiara para instrumento de auxílio na conquista do próprio aperfeiçoamento - depósito sagrado que ele antes deveria estimar e respeitar do que destruir, visto que lhe não assistiam direitos de faltar aos grandes compromissos da vida planetária, tomados antes do nascimento em presença da própria consciência e ante a Paternidade Divina, que lhe fornecera Vida e meios para tanto.
O que é o Homem.....(em Memoria de um suicida - cap V)
É o homem um composto de tríplice natureza: - humana, astral e espiritual, isto é – matéria,
fluido e essência. Esse composto poderá
também ser traduzido em expressão mais concreta e popular, assimilável ao
primeiro grau de observação: - corpo carnal, corpo fluídico ou períspirito, e
alma ou Espírito, sendo que do ultimo é que irradiam Vida, Inteligência,
Sentimento, etc., etc., - centelha onde se verifica a essência divina e que no
homem assinala a hereditariedade celeste! Desses três corpos, o primeiro é
temporário, obedecendo apenas à necessidade das circunstâncias inalienáveis que
contornam o seu possuidor, fadado à
desorganização total por sua própria natureza putrescível, oriunda do limo
primitivo: - é o de carne. O segundo é imortal e tende a progredir,
desenvolver-se, aperfeiçoar-se através dos trabalhos incessantes nas lutas dos
milênios:- é o fluídico; ao passo que o Espírito, eterno como a Origem da qual
provém, luz imperecível que tende a rebrilhar sempre mais aformoseada até
retratar em grau relativo o Fulgor Supremo que lhe forneceu a Vida, para glória
do seu mesmo Criador – é a essência divina, imagem e semelhança – (que o será
um dia) – do Todo Poderoso Deus!
Vivendo na Terra, esse ser inteligente, que deverá evolver pela Eternidade, denomina-se Homem! sendo, portanto o Homem um Espírito encarcerado num corpo de carne ou encarnado.
Vivendo na Terra, esse ser inteligente, que deverá evolver pela Eternidade, denomina-se Homem! sendo, portanto o Homem um Espírito encarcerado num corpo de carne ou encarnado.
segunda-feira, 25 de março de 2013
O Reconhecimento (Memórias de um Suicida - Cap.V)
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O incauto
viageiro terreno, há preferido sempre desperdiçar oportunidades benfazejas
proporcionadas pela Divina Providência com vistas ao seu engrandecimento moral
e espiritual, para mais livremente englobar-se às sombras insidiosas das
paixões mantenedoras dos vícios e desatinos que o impelem ao irremediável tombo
para o abismo.
Nos torvelinhos
das atrações mundanas, como no embate das provações que o excruciam; ao choque
das vicissitudes diárias, inalienáveis ao meio em que realiza as
experimentações para o progresso, como na fruição das doçuras fornecidas pelo
lar prospero e feliz – jamais ao homem ocorre quaisquer esforços empreender
para a iluminação interior de Si mesmo, a reeducação moral, mental e espiritual
cuja necessidade inapelavelmente se impõe no porvir que seu espírito será
chamado a conquistar pela ordem natural das leis da Criação.
Ele nem mesmo compreende
que possui uma alma dotada dos germens divinos para a aquisição de excelentes
prendas morais e qualidades espirituais eternas, germens cujo desenvolvimento
lhe cumpre operar e aprimorar através do glorioso trabalho de ascensão para
Deus, para a Vida Imortal! Ignora ser justamente no cultivo desses dons que
reside o segredo da obtenção perfeita dos ideais mais caros que acalente, dos
sonhos venerados que suspira concretizar; e mais, que, desprezando o ser divino
que em Si palpita, o qual é ele próprio, é o seu Espírito imortal descendente
que é do Todo Poderoso dá-se voluntariamente à condenação pela dor resvalando pelos ominosos desvios da animalidade e quiçá
do crime, os quais necessariamente arrastarão a lógica das reparações, das
renovações e experiências dolorosas nos testemunhos da reencarnação, quando mas
suave se tornaria a jornada ascensional se meditasse prudentemente, procurando
investigar a própria origem e o futuro que lhe compete alcançar!
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